“Três Graças”: Aguinaldo Silva retorna às novelas com trama que homenageia as mulheres brasileiras
Conhecido por personagens icônicas como Nazaré Tedesco (“Senhora do Destino”), Perpétua (“Tieta”) e Griselda ou Pereirão (“Fina Estampa”), o escritor, vencedor de dois prêmios Emmy, Aguinaldo Silva, está de volta ao horário nobre da Globo com a novela “Três Graças”. A nova novela das nove estreia na próxima segunda-feira, dia 20 de outubro.
A trama coloca no centro da narrativa uma família de três gerações de mulheres que compartilham o mesmo sobrenome e o mesmo destino. Lígia Maria das Graças (Dira Paes), a filha Gerluce Maria das Graças (Sophie Charlotte) e a neta Joélly Maria das Graças (Alana Cabral) são unidas pela experiência de serem mães solo na juventude. O autor conta que se inspira na rotina de mulheres anônimas que fazem o dia a dia do nosso país acontecer.
“Eu busco homenagear essas mulheres que cruzamos nas ruas, saindo do metrô ou do ônibus quando saem cedo para trabalhar. São figuras anônimas, mas que fazem parte da nossa vida. Essa novela é um retrato dessas mulheres urbanas, esperançosas, solares e que se recusam a cair”, afirmou Aguinaldo Silva em coletiva de imprensa, na qual a Poltrona Vip esteve presente.

Fora das telas: imagem das casas brasileiras
Na história, Gerluce (Charlotte) foi criada por uma mãe que enfrentou a maternidade precoce e, anos mais tarde, vive a mesma realidade ao engravidar na fase em que sonhava com a faculdade. Ela abdica de seus projetos para criar Joélly (Cabral), que, ao repetir o destino da família com uma gravidez precoce, desperta na mãe a determinação de impedir que a jovem também abra mão de seus sonhos.
“A Joélly é uma adolescente muito romântica e esperançosa. A relação entre elas, mãe e avó, acontece em muitas casas periféricas do Brasil, mas que mostra muito amor em um ambiente de falta da figura paternal”, explica Alana Cabral.
Apesar da dureza do enredo, “Três Graças” promete equilibrar emoção, esperança e humor. Sophie Charlotte destaca que sua personagem traduz a força vital do povo brasileiro. “Minha personagem tenta perceber as desigualdades enquanto é atropelada todos os dias por elas, mas mantém a alegria e a esperança, que são características do nosso povo”, relata a atriz.
Aguinaldo Silva explica que a ideia surgiu após o sucesso das reprises de seus clássicos durante a pandemia, como Fina Estampa, Império e Tieta. “Fiquei muito satisfeito em ver o sucesso dos reprises novamente. Minha ideia em Três Graças é fazer uma novela popular e abrangente, uma novela da atualidade — do ônibus, do metrô, do trem”, adianta o autor.
O projeto conta ainda com a parceria dos “Três Silvas” — Aguinaldo, Virgílio Silva e Zé Dassilva — e terá direção artística de Luiz Henrique Rios e produção de Gustavo Rebelo e Silvana Feu. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim. “Três Graças” estreia em 20 de outubro, trazendo para a tela um retrato emocionante, humano e cheio de brasilidade.
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